Blogger criado para o projeto chamado Deficiência da Faculdade de Economia e finanças do Rio de Janeiro.
Com participações de estudantes de outras Universidades
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This is where you stick random tidbits of information about yourself.
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Sábado, Junho 09, 2007
A introdução da Monografia
Quem entra num supermercado no Brasil com um pouco de atenção, percebe cada vez mais, produtos de outras nacionalidades se misturando com o brasileiro; por exemplo: A maçã é Argentina, O vinho é Português e o tempero é indiano. Mas grande culpa desta conjuntura mundial se deve através da influencia que os estrangeiros trazem para os países através do turismo internacional.
O Brasil é um ponto de referência na área de turismo e entretenimento, estamos em 7º lugar na posição no ranking 2006 da ICCA (International Congress and Convention Association), a principal associação internacional do segmento.
Numa outra pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo e EMBRATUR (Empresa Brasileira de Turismo), constatou no volume de receitas cambiais provenientes deste tipo de Turismo, um crescimento de 9,6% neste primeiro trimestre de 2007; indicando que o número de receitas recolhidas nos três primeiros meses foi de US$ 1,33 bilhão, porém devemos comentar que o desenvolvimento não foi maior porque agências de noticias internacionais noticiaram os últimos acontecimentos de violência nas maiores capitais brasileira. Em destaque o Rio de Janeiro e São Paulo; Além disso, as condições de Transito e o atendimento médico precário formam uns dos fatores que também desestimularão os turistas estrangeiros. Na mesma problematização que muitas das vezes não valorizamos o que é nosso e viajamos para os ¿Station¿ ou para a Europa.
Ao mesmo tempo, muitos hotéis e atrações brasileiras não são adequados para pessoas com necessidades especiais, isto também torna um ponto de fraqueza, mas a falta de respeito não esta somente para os estrangeiros, os nativos também sofre com os descasos das autoridades no dia-dia.
Nos Estados Unidos e na Europa existem leis especificas para este tipo de pessoas, onde a recusa do cumprimento, não vem através de multas, mas no fechamento do estabelecimento até a adequação do local, porém é muito difícil isto acontecer; pois os administradores já perceberam que mesmo não tento clientes com algum tipo de necessidades especiais, as outras cidadãs indicariam para os amigos, colegas ou parentes aqueles ambientes por ter um serviço especializado e pessoal.
Nós não temos uma Liga da Justiça (desenho animado) para nos proteger, por mais que nosso país sejam nossos heróis eles não possuem Super Poderes. Estamos propícios a sofre com algum erro de percurso em nossa vida, que faz perder a nossa independência. Então, porque não respeitar aqueles que perderam uma parte de si. Um acesso livre para a prática do Turismo seria um bom começo
12:31 AM
Sexta-feira, Abril 06, 2007
12:09 AM
JUIZ OBRIGA "FALSO DEFICIENTE" A SE DESCULPAR EM PÚBLICO ( G1- Planeta Bizarro - 10/01/2007)
SOUTH CAROLINA - Um homem que estacionou ilegalmente em uma vaga reservada para motoristas deficientes nos Estados Unidos foi sentenciado a ficar de pé, fora da loja, segurando uma placa que informava sobre sua infração.
Ragheem Smith, de 29 anos, ficou parado em frente a um mercado, na semana passada, com um cartaz improvisado onde lia-se: "Não sou deficiente. Eu só estacionei ali. Desculpem-me".
O corregedor Jeff Bailey foi quem aplicou a sentença.
"Concluí que ele deveria se desculpar em público", afirmou Bailey.
Smith disse a Bailey que não tinha dinheiro para pagar a multa e que não poderia se ausentar do trabalho caso fosse preso. Ele poderia pegar 30 dias de detenção ou pagar uma multa de US$ 325.
"Foi melhor do que ter de pagar tanto dinheiro", disse Smith sobre seu castigo. "Sei que jamais vou fazer isso de novo".
12:07 AM
Quarta-feira, Abril 04, 2007
7:19 AM
O poema a seguir, é de um deficiente chamado Mario Hiroshi, que possui uma doença genética, mas não o impediu de se formar-se em advocacia. Como gosta de escrever, criou um blog só com poemas. Um dele é este:
PROPORCIONALIDADE
Mario Hiroshi
A percepção humana se limita
Ao mundo em que se envolve,
Ao relacionamento de poucas pessoas
E aos seus interesses individuais.
Para alguns o inseto é minúsculo,
As feras domesticáveis,
A natureza é somente uma fonte de alimentação
E a existência de Deus uma incógnita.
Desta afirmação se conclui para uma verdade:
Não é o homem o centro do universo
Nem a sua vontade a válvula propulsora do mundo;
O ser humano é como um grão de areia na praia,
Ou uma partícula atômica na composição de uma gota d¿água.
Insignificante é o indivíduo
Quando pensa ser dono de suas ações,
Mas, ao contrário, maior será este quando compartilhar com Deus
Toda uma vida inteira.
Visite o blog:
http://marioyelloweagle.blogspot.com/
7:15 AM
Segunda-feira, Abril 02, 2007
12:49 AM
Luta para vencer o preconceito
Gustavo Fernandes - Jornal Extra, 01/04/2007
"A senhora acha que alguma mãe vai querer comprar uma boneca com Síndrome de Down?". Nem mesmo a argumentação de um fabricante de brinquedos fez a estilista Andréa desistir do sonho de fabricar uma boneca que servisse para ensinar as crianças a conviver com as diversidades humanas. Após procurar mais de 25 indústrias, conseguiu ser recebida por apenas uma empresa do interior de São Paulo.
Antes disso, foi preciso criatívidade e força de vontade para conseguir encontrar um empreendedor interessado. No início, por meio de mensagens eletrônicas, fez as propostas deixando claro a intenção da produção das bonecas com Sidrome de Down.
Como não obteve resposta, mudou de estratégia. Quando descrevia o projeto nas mensagens, resolveu trocar o nome da síndrome pela frase "boneca com características próprias". Com isso, despertou a atenção de um empresário do interior paulista. Ao procurar o empreendedor e revelar como seriam os brinquedos, a emoção tomou conta dos dois: presidente de uma associação de excepcionais, ele topou na hora a produção das bonecas inovadoras.
O protótipo foi escolhido a partir da foto da minha filha. A minha ideia é de que outras crianças que não têm doenças possam aprender, brincando, a respeitar os portadores de Down - disse.
Foi exatamente com esse propósito que a operadora de turismo Laura Maia, de 36 anos, comprou a boneca Clarinha, para presentear a filha de 4 anos.
A boneca vai ajudar na convivência com o irmão um ano mais novo e portador de Down - acredita.
12:01 AM
Domingo, Abril 01, 2007
5:15 PM
Hoje foi mandado diversos recados no orkut em algumas cominidades para que as pessoas me ajudassem na pesquisa.
Também foi decidido junto o tema do projeto : O que o Brasil perde por não posssui um mercado aberto para deficiêntes.
Tema este escolhido junto ao estudante de psicologia da Celso Lisboa e coloborador - Antônio Francisco.
Algumas pesquisas foram feitas onde estou postando aqui . vale apena ler este artigo sobre o marketing e os esportes para deficiêntes
ESFORÇO OLÍMPICO
Revista Exame, 15/11/2000
A pátria de cadeiras
Por Eduardo Ferraz
Seis medalhas de ouro, dez de prata e seis de bronze. Esse resultado deixou a delegação brasileira em 24º lugar nas recém-encerradas Paraolimpíadas de Sydney, na Austrália. Mas isso não é nada.
Nada? Como assim, nada? "A medalha paraolímpica é fácil, em comparação com a nossa medalha do dia-a-dia. O cara sai de casa, não consegue andar na calçada porque é irregular, tem que andar na rua, pegar ônibus não consegue, tem que botar a bunda no degrau, arrasta a calça no chão, fica todo sujo, tem que tomar banho quando chega ao treino, e faz isso para ir trabalhar, estudar. Isso é que merece medalha", diz o carioca Steven Dubner, 39 anos, fundador e coordenador da Associação Desportiva para Deficientes -- ADD, uma ONG paulista que promove a prática de esportes como caminho para reintegração social de deficientes.
"As medalhas de Sydney não são o mais importante, o mais importante é fazer o deficiente se animar a sair de casa, viver", diz Dubner, ex-membro da delegação paraolímpica e ex-técnico da seleção brasileira masculina de basquete em cadeiras de rodas. Não só pelo bem dos deficientes e seus familiares, afirma. O Brasil está deixando de lado um mercado de estimados 20 milhões de pessoas. Veja os principais argumentos de Dubner:
Um mercado à espera
"No Brasil, o grupo dos deficientes, como categoria de consumidor, está totalmente inexplorado. No exterior, uma propaganda da Coca-Cola, da Pepsi quase sempre tem um deficiente. Na Europa e nos Estados Unidos, existem hotéis e agências de viagem especializado em deficientes. Há imobiliárias e construtoras só para eles. É um mercado muito grande. Se aqui em São Paulo alguém construir um prédio de 25 andares para deficientes, vende tudo na hora."
Fábrica de deficientes
"Nos Estados Unidos, 10 000 pessoas se tornam paraplégicas a cada ano. Aqui, são 10 000 por mês. E 80% dos casos são provocados por acidente de carro ou arma de fogo. A cada dia, cerca de 550 pessoas no Brasil ficam com seqüelas permanentes por desastre de trânsito. O país é uma fábrica de fazer deficientes. Um morador de São Paulo não imagina quão perto está de se tornar um. Antigamente, os deficientes eram os mais pobres, com poliomielite. Hoje, 20% dos novos paraplégicos pertencem à classe A."
Não à pensão
"Eu recomendo a meus 100 atletas que abandonem a aposentadoria paga pelo governo e se aperfeiçoem para conseguir um trabalho melhor. Queremos empregos qualificados. Eu tenho mais de 2 000 ofertas de emprego para deficientes na minha mesa, mas eles não aceitam porque o salário é muito baixo. Na rua, eles conseguem 1 000 reais por mês vendendo balas. Preciso qualificá-los para que consigam empregos que paguem mais que isso."
Não às isenções
"É ridículo isentar os deficientes de tarifa em ônibus e de entrada em estádios de futebol. O que precisamos é ter acesso à escola e à informação para podermos pagar como qualquer outro cidadão brasileiro."
Diferença de 1,5 segundo
"Outra coisa que queremos mudar aqui no Brasil é essa imagem de deficiente-coitadinho. Um atleta americano que corre com duas próteses nas pernas faz 100 metros rasos em 11s36, apenas 1 segundo e meio a mais que o recorde mundial. Um cara sem uma perna salta 1,96 metro de altura. Não tem de ter pena do deficiente. Um americano meu amigo subiu o Everest só com uma perna. Outro, sem as duas pernas, deu a volta ao mundo numa Harley-Davidson."
Sem dó nem piedade
"Os Estados Unidos desenvolveram toda uma estrutura para os deficientes. Não porque sintam pena deles. Mas porque sabem que é muito mais rentável para o país que eles trabalhem, e não que sobrevivam de pensão. É uma questão de inteligência. O Brasil ainda não percebeu isso, mas acho que essas Paraolimpíadas podem ajudar a enxergar essa lógica."
5:08 PM
Terça-feira, Março 20, 2007
11:27 PM
Você sabe o que é DEFICIÊNCIA?
Se sua resposta for sim, pode ter uma surpresa logo ao termino desta monografia.
Conheça hoje dia 23 de março de 07, o blogger de discussão sobre um assunto que todos conhecem, mas não que enxergar.
Deficiência não só é com as pessoas, mas sim na administração pública, no turismo, no comercio, nas empresas. Iremos até dezembro de 2008, quando é o prazo para a entrega desta monografia.
Aqui encontrarão todas as entrevistas feitas com os especialistas, os cidadãos que sofre com este tipo de assunto. Além de depoimentos da equipe que terá participações mais que especiais de alguns alunos das mais importantes universidades do mundo.
Então entre e participe você também, dê a sua opinião através do e-mail deficiência@globo.com
11:26 PM
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